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A mudança de comportamento do consumidor a transformação digital e a revolução no acesso dos dados, reforçam a importância do design centrado no ser humano.

O design tradicional, como é chamado, é visto pelo mercado como o design puro e simplesmente criativo ou estético, que foi muito aplicado antes dessa revolução digital. É o design que foca no bonito e não necessariamente no usual. Para interfaces e produtos digitais, não é uma opção, pois ele muitas vezes não atende as necessidades de quem vai utilizar essas interfaces e produtos digitais.

Diferente do design centrado no usuário, que utiliza metodologias, como design thinking, para trazer os pain points de quem precisa se auto-resolver por meio dessas interfaces. Um exemplo simples é pensar em uma cadeira, que pode ter um design lindo, mas ser extremamente desconfortável. A mesma coisa se formos pensar em interfaces, não necessariamente sites bonitos vão ser usuais.

A evolução do UX está muito mais atrelada a dados, do que necessariamente à novas tecnologias.

A evolução dos dados sim, traz mudanças para o UX. Primeiro, porque os usuários entendem que quanto mais dados cedem, mais personalização eles conseguem de produtos, serviços ou marcas. Outro ponto é que a cada dia a quantidade de dados e informações sobre esse usuário fica mais complexa, o que gera a necessidade de organizar esses dados por meio de algoritmos, que podem contribuir não só com o processo de evolução de interfaces através do UX, mas consequentemente com os negócios.