Como transformar divergências de Iluminação Pública em ações mais rápidas, rastreáveis e confiáveis? O ILUMI nasceu para conectar duas pontas que nem sempre conversavam: o que os dados mostravam no mapa e o que realmente acontecia em campo.
Gerenciar Iluminação Pública parece, à primeira vista, uma questão de dados. Mas quando o mapa não corresponde ao faturamento, a operação precisa investigar. Quando a investigação depende de validações manuais, o processo ganha tempo, custo e complexidade.
Era esse o cenário encontrado no ILUMI: bases desatualizadas, validações manuais e um fluxo fragmentado entre GIS/BDGD, operação e prefeituras.
O resultado era conhecido por quem estava na operação: retrabalho, deslocamentos improdutivos, baixa rastreabilidade e risco regulatório — enquanto decisões importantes eram tomadas com pouca confiança nos dados. O desafio, portanto, não era apenas encontrar a divergência. Era criar um caminho confiável entre detectar, priorizar, validar e agir.
O ILUMI foi concebido para preencher esse espaço, combinando análise geoespacial e IA com uma camada de governança operacional capaz de organizar prioridades, status, responsáveis, evidências e acompanhamento.
Product Design Lead. Responsável por conduzir o discovery e liderar o design do ILUMI, conectando IA, geoespacial e operação para estruturar uma solução de governança e validação de Iluminação Pública, do mapa ao fluxo de trabalho e às rotinas de campo.
Cliente: Energisa / Ano: 2022–2026
Atuação: Estratégia de Produto • Pesquisa • UX para Produtos de IA • Prototipação UI/UX • Usabilidade
Categorias: Energia • Iluminação Pública • Perdas & Receita • Operações
Mapeamos as dores reais de ponta a ponta, identificando onde o processo quebra e quais decisões precisavam ser suportadas pela interface.
O desafio real apareceu quando precisamos transformar essas descobertas em decisões confiáveis dentro de uma operação que envolve diferentes atores, prazos e regras.
Analistas, equipes de campo e prefeituras precisavam participar de um mesmo fluxo, mesmo trabalhando em contextos muito diferentes.
Ao mesmo tempo, havia restrições que não poderiam ser ignoradas: qualidade variável das imagens de satélite, conectividade limitada em áreas remotas, dependência de bases legadas como GIS/BDGD e uma coleta de campo inicialmente acoplada a um sistema existente.
O produto precisava equilibrar três coisas: precisão, governança e viabilidade técnica.
Clusters de inconsistência e motivação da sugestão para segurança à decisão.
Kanban inteligente que prioriza por SLA e status, para que nada fique para trás.
Configuração flexível de SLAs e atribuição automática de responsáveis.
Tickets organizados com histórico completo e comunicação transparente.
A estruturação antecipada da jornada e das regras de status reduziu ambiguidades operacionais e inconsistências na validação.
O design priorizou clareza visual e governança por prazos, facilitando a tomada de decisão por analistas e operação.
A organização do fluxo operacional aumentou velocidade e previsibilidade na homologação e validação.
Sem estrutura de experiência e governança visual, a solução poderia se tornar apenas mais uma camada de dados desconectados da operação real.
Vamos transformar processos complexos em experiências digitais simples e eficientes.
Pablo Amorim
Larissa Inácio
Douglas Medeiros
Iure Rebouças
CICOP